Transito e Mobilidade, desafios para os novos Prefeitos

Ainda falta muito que evoluir em termos de cidades, nossa visão eurocêntrica voltada a
cidades Europeias do século XIX que segrega cidade e indústria, centro e periferia, nos tornam
dependentes do transporte e ainda deficitário do mesmo.

Organizar a cidade de forma que possamos ter acesso a moradia, emprego e lazer
são essenciais para a qualidade de vida do contingente urbano, e a solução não esta
exclusivamente no transporte de massa nem em todo no transporte individual, o segredo se
encontra na coexistência.

Produzir uma malha viária integrada e acessível é o segredo e o desafio para nossos futuros
prefeitos, eles tem que encontrar alternativas que concilie seja através de corredores
exclusivos para ônibus, investimento em linhas metroviárias, integração do metrô com linhas
de ônibus e remodelagem da sinalização para criar mobilidade.

A acessibilidade é marca do moderno e nos tronamos anti-modernos, os paulistanos não
aguentam mais passar por horas de engarrafamentos, que também ocorre em cidades como
Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e vai se alastrando até consumir todo nosso espaço de
circulação e nos sufocar em escapamentos de carros.

Esse é o desafio do novo milênio para os arquitetos e engenheiros urbanos, encontrar a
ordem num caos, e uma missão aos engenheiros de transito, pois quem tem condições foge
dos engarrafamentos, temos o maior trafego de helicópteros do hemisfério sul e um dos
maiores do mundo na cidade de São Paulo, e o que deveria ser motivo de orgulho ocorre por
uma vergonha falta de mobilidade.

 

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