Sérgio Moro, sinônimo de ilegalidade

Ontem uma notícia bombástica incendiou o país: o “herói” Sérgio Moro vazou para o G1 e a GloboNews um suposto áudio de uma conversa entre a Presidenta Dilma e o ex-Presidente Lula. Não entrarei em detalhes sobre o áudio, se você quiser saber sobre isto continue se informando pela mídia manipuladora. O ato cometido pelo juiz foi um crime, ele perdeu a noção da realidade e rasgou a Legislação brasileira por interesse pessoal. Sérgio Moro é o sinônimo da ilegalidade.

Juiz Sérgio Moro

O juiz que acha que pode tudo

Primeiro, o grampo feito pela Polícia Federal foi realizado duas horas depois de Moro ter ordenado a suspensão das interceptações telefônicas de Lula. Mesmo assim, o juiz se achou no direito de divulgá-las na imprensa, em veículos da Rede Globo, tendo como único objetivo agitar o instável cenário político e social do Brasil. A escolha da mídia e o dia não foram coincidências, a tentativa que felizmente não deu certo de impedir a posse do ex-presidente como ministro da Casa Civil foi arquitetada para gerar o caos no país. O circo já estava montado, só faltava o Nero para tocar fogo em Roma.

Moro crimonoso

Segurança nacional em jogo

Por que então este juiz que virou herói da Direita vazou os áudios? A única justificativa é vingança. Ele está brincando com a segurança nacional, divulgar áudios da atual Presidenta e do seu antecessor é um grande risco e não deve ser feito apenas “porque eu quero”. Sua ação criou ódio, raiva, medo e violência nas ruas. Quantas pessoas foram agredidas em menos de 24 horas? Moro está seguindo o exemplo de Nero, entretanto, ele não quer incendiar uma cidade, mas um país inteiro. Roberto Teixeira e Cristiano Martins, advogados de Lula, esclarecem melhor esta situação: “A divulgação desse áudio é uma arbitrariedade pois ele envolve a presidenta da República, que tem foro privilegiado. O juiz Moro liberou esse áudio quando a competência não era mais da justiça do Paraná num claro intuito de provocar uma convulsão social, algo que não é função do poder judiciário”.

Nota do Palácio do Planalto

Página do Facebook do Palácio do Planalto

Através da página do Facebook do Palácio do Planalto foi divulgado uma Nota à Imprensa com os seguintes esclarecimentos: a divulgação dos áudios “afronta direitos e garantias da Presidência da República” e que “todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis serão adotadas para a reparação da flagrante violação da lei e da Constituição da República, cometida pelo juiz autor do vazamento”.

Ex-presidente da OAB

Advogado

Para o advogado José Roberto Batochio, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o ato de Moro “É algo de uma ousadia inadmissível, que prova que um juiz de primeira instância tentou instituir um Estado policial no Brasil”. Um Estado policial é uma organização estatal totalitária, marcado pelo uso da força pela política política e/ou forças armadas para controle da população, da ideologia e repressão política. Em suma, é um Estado governado pelo terror, medo, intimidação, violência e liberdades limitadas. O advogado ainda completa que “Isto é inaceitável e fere a Constituição”.

Pacto com a Globo

Prêmio “Personalidade do Ano” do jornal O Globo

O que Moro fez foi um crime, foi um atentado contra a República e o Estado de Direito. O Estado de Direito é um sistema institucional no qual tanto as pessoas quanto as instâncias governamentais tem que respeitar as normais e direitos fundamentos. Ou seja, todos, sem exceção, devem respeitar as leis promulgadas. Nunca um Presidente da República Brasileira teve o telefone grampeado e o conteúdo foi divulgado na mídia, sua ação desesperada tinha apenas como objetivo reforçar a mídia manipuladora e mentirosa. Moro age como se não tivesse limites, ele pode tudo e esta acima de todos.

Ministro do STF

Ministro Marco Aurélio Mello

Ademais, Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pois em dúvida a veracidade das gravações divulgadas ontem. Já está claro que estas foram obtidas de forma ilícita, todavia, elas podem ser falsas. Antes de pegar sua camisa amarela, verde ou azul, sua vuvuzela e a bandeira do Brasil, reflita o que está sendo divulgado no G1, GloboNews ou Jornal Nacional. Nada é coincidência, tudo faz parte de um plano já colocada em prática há anos. O que está acontecendo hoje foi planejado, não aconteceu porque tinha que ser. Por que e como isto está acontecendo? São algumas questões que você pode e deve levantar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *