Brasil e seu filtro furado para políticos: Celso Pansera

Já conheceu as teorias de Durkheim? Não será feito um grande aprofundamento sobre o tema, aqui está a extração de alguns conceitos, e não as ideias ao pé-da-letra. Um dos elementos fundadores do conceito de educação notado por ele é a da ação sistemática sobre as novas gerações de forma que haja conservação do que foi construído 110683.184327-Celso-Panserasocialmente. Inofensivo, certo? Mas e se estiver se baseando em um sistema estagnado?
Recentemente contamos com a nomeação de um novo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação. Agora te pergunto: Quem você, cidadão, escolheria para exercer tal cargo? Quais seriam os seus critérios? Bom, eu duvido que com uma simples filtração não seria escolhido alguém com uma qualificação mínima. Uma graduação na área científica como requisito mínimo, ao menos. Pois bem, o nosso novo ministro, Celso Pansera, tem como grande mérito acadêmico em sua linha do tempo no facebook uma aprovação no vestibular da Uerj. O curso? Letras. E ainda: Se terminou a formação nessa área? Não sabemos ao certo. No site da câmara dos deputados, conta o registro dele ser pós-graduado. Mas em que?! O Projeto Photon (projeto social que visa o desenvolvimento educacional e científico, fundado no Rio de Janeiro) enviou um e-mail pedindo esclarecimentos sobre isso. Sumariamente ignorado.
A partir disso refletimos: E se fôssemos nós, cidadãos brasileiro quaisquer, fora do âmbito político, estaríamos aptos a exercer um cargo sem a menor satisfação em relação as nossas qualificações? Vale lembrar que não somos nós que trabalham para eles, é o contrário. Já viu classe de funcionários com mais descaso para seu chefe? Observemos a rotina dos universitários, ou daqueles estudantes que tem rotinas extremas para conseguir vagas em faculdades, ou do desempregado brasileiro procurando um trabalho qualquer para suprir renda: tem eles os mesmos tipos de chance? Voltando a Durkheim: É esse o tipo de sistema que deve ser mantido?

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